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COMO SE PROTEGER DA INFLAÇÃO

Antes de iniciar é preciso ter consciência do que é realmente a inflação. É muito comum encontrar respostas falsas na maioria dos sites e até nos chats de inteligência artificial.

DEFINIÇÃO FALSA DE INFLAÇÃO

Inflação é um aumento generalizado e contínuo dos preços dos bens e serviços em uma economia, o que provoca uma perda do poder de compra da moeda. Em outras palavras, a inflação representa a queda do valor da moeda em relação aos bens e serviços que ela pode comprar. Quando a inflação é alta e descontrolada, ela pode gerar uma série de consequências negativas para a economia, como a redução do poder de compra das pessoas, o aumento da taxa de juros, a desvalorização da moeda e a instabilidade econômica em geral. A inflação pode ser medida por meio de índices de preços, como o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) no Brasil e o CPI (Consumer Price Index) nos Estados Unidos.

DEFINIÇÃO VERDADEIRA DE INFLAÇÃO

A definição anterior é falsa porque ela está focada no sintoma da inflação, não na causa. Imagine que você vai ao médico por não estar se sentindo bem. Então é descoberta uma inflamação e o médico passa um anti-inflamatório. O remédio irá combater a inflamação, mas a questão que fica é: o que causou a inflamação?
Voltando à questão da inflação, o aumento generalizado de preços é um sintoma. Mas por quê essa é a resposta padrão passada à população? Essa resposta é padronizada na academia e mídia para transferir a culpa da inflação para as empresas, empresários, para o capitalismo "malvado e opressor". O principal fator para gerar inflação é imprimir moeda. A mesma regra da oferta e demanda que se aplica aos produtos e serviços também se aplica ao dinheiro. Outro forte fator que gera inflação é o aumento de impostos. Se por exemplo, o governo eleva o imposto sobre o combustível, o preço será repassado na "bomba" e afetará todo o mercado, pois os bens e serviços são distribuídos em transportes que utilizam combustível.

Montar uma carteira de investimentos diversificada é uma das melhores formas de se proteger da inflação. A inflação pode corroer o poder de compra do dinheiro, mas existem alguns investimentos que tendem a se valorizar juntamente com a inflação, protegendo assim o poder de compra do dinheiro. Aqui estão algumas estratégias para ajudá-lo a montar uma carteira de investimentos que se proteja da inflação:

1. Invista em títulos do Tesouro IPCA+: esses títulos são emitidos pelo governo e possuem uma taxa de juros fixa mais a variação da inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Essa é uma forma segura de investir em títulos públicos, com proteção contra a inflação.

2. Invista em ações de empresas que se beneficiam da inflação: empresas que possuem produtos ou serviços que têm seus preços reajustados automaticamente com a inflação tendem a se beneficiar desse cenário. Empresas dos setores de energia, alimentos e bebidas, saúde e educação, por exemplo, podem ser boas opções.

3. Invista em fundos imobiliários: os fundos imobiliários investem em imóveis, que tendem a se valorizar com a inflação. Além disso, os aluguéis também podem ser reajustados conforme a inflação, o que garante uma proteção adicional.

4. Invista em commodities: commodities como ouro, prata e petróleo tendem a se valorizar com a inflação. Esses ativos podem ser uma boa opção para investidores que desejam diversificar suas carteiras.

5. Evite investimentos de renda fixa com juros prefixados: esses investimentos podem ter sua rentabilidade corroída pela inflação, já que a taxa de juros não é ajustada automaticamente.

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OBS: O nosso conteúdo é meramente educativo. Nós não fazemos recomendações financeiras. Antes de realizar investimentos estude ou busque auxílio de um analista financeiro profissional. 

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